segunda-feira, 2 de julho de 2018

Cefet-MG Divinópolis tem a 5ª melhor nota
em redação entre todas as federais do país
     Quando comparado com o das demais federais, o desempenho da unidade de Divinópolis do Cefet-MG é o 5º melhor do Brasil. A escola tem média de 798, 85 pontos, contra 833,84, do Colégio de Aplicação da Universidade de Viçosa, também de Minas e a primeira entre as federais. Entre elas estão escolas da rede federal do Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Pernambuco. (veja abaixo). Quando comparada com todas as escolas públicas (federais, estaduais e municipais), o Cefet de Divinópolis tem a 8ª maior nota em redação.



sábado, 30 de junho de 2018

ENEM/2017
Cefet-MG de Divinópolis tem a 37ª
melhor nota em redação de Minas

(Clique no quadro para aumentar)

    A unidade de Divinópolis do Cefet-MG teve a 37ª maior média na prova de redação do Exame do Ensino Médio (Enem) de 2017 entre todas as escolas de Minas Gerais. No país, a escola ficou na 187ª colocação. A nota média dos alunos do Cefet-MG de Divinópolis na redação foi de 798,85 em mil pontos possíveis.  As notas foram divulgadas pelo Ministério da Educação (MEC) e organizadas em forma de ranking por escola pelo jornal Folha de S. Paulo, na tarde desta sexta. De acordo com o ranking, a unidade de Varginha tem as melhores médias na prova objetiva entre todas as unidades do Cefet-MG. Em Divinópolis, O Cefet-MG também tem a maior nota média em redação. Na prova objetiva, a média mais alta é da escola particular Instituto Nossa Senhora do Sagrado Coração.(Veja as médias no quadro acima). O Cefet tem a segunda maior nota em redação entre as escolas públicas de Minas Gerais, a 8ª do pais.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Sempre é possível ficar pior
     Nunca me decepcionei sendo pessimista quanto ao futuro do Brasil. E nem é preciso ser tão urucubaquento para prever que o legado da Operação Lava Jato será um país muito, mas muito, mas muito mais corrupto do que já é. Isso porque nos derradeiros passos dessa triste farsa vai-se evidenciando um capítulo final que os habitués desse tipo de espetáculo já esperavam: apenas um vilão será executado em praça pública. Os demais, a maioria muito mais lesiva ao país, terão um final feliz e farão as malas com 20 milhões de motivos para se sentirem livres, leves e soltos - aos otimistas, desculpas pelo spoiler.
     O povo sentirá que a justiça foi feita, afinal, matamos o único responsável por tudo. Já os políticos tradicionais, livres do partido popular que havia levado a horrenda palavra "trabalhador" para os palácios, tratarão de mudar as regras que permitiram que a prática da corrupção houvesse sido exposta em público. A partir daí, um novo ciclo - mais profissional e rentável - de corrupção terá início. Os políticos não se deixarão mais ser investigados com tanta facilidade. Só darão entrevistas a bordo de iates e sem roupas para evitarem ser gravados. Agirão para preencher cada órgão fiscalizador com um dos seus. Provavelmente, as verbas para a PF minguarão e os processos contra o presidentes e seus amigos voltarão a ser engavetados como nos bons tempos do presidente Fernando Henrique Cardoso,cujo Procurador Geral ganhou a sugestiva alcunha de Engavetador Geral da União.
     A corrupção, então,o atingirá níveis tão escandalosos e serão empossados tantos ministros debochados e avessos ao cheiro de povo, que muito provavelmente surgirá um novo salvador da pátria resolvido a dar um basta em tanto descaramento. Provavelmente algum jovem que neste momento está ralando no chão de uma fábrica ou se matando para pagar uma faculdade privada enquanto os ricos se aproveitam da rede pública de ensino e sua excelência. Esse novo mártir, então, repetirá a história daquele que veio do Nordeste e acreditou que poderia levar a Brasília as vontades, as virtudes e defeitos de uma gente nunca foi admitida na casa grande. E ficaremos presos eternamente nesse episódio macabro de Black Mirror.